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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Inglês - língua de todos

O melhor inglês?

  Atualmente, o inglês se tornou uma Língua Franca, Global, internacional, e é falada por muitas pessoas, modificada através de vários tipos de sotaques, por isso, devido à diversidade de cultura, não podemos dizer se uma forma é “melhor falar” um tipo de inglês ou outro. 
  O inglês britânico é uma das muitas variedades singulares de inglês, hoje. Ainda mais, compreender as mínimas diferenças entre o modo britânico de utilizar a língua e o jeito americano podem mais enriquecer a comunicação do que torná-la mais lenta. Lembrando que há diferenças entre inglês britânico e americano, assim como o português brasileiro e o português europeu (de Portugal). Até mesmo no Brasil, existem diferenças no português do Rio Grande do Sul e no Português do Piauí. 
  O importante é a comunicação, outra coisa, o inglês fluente não significa falar com sotaques.... Misturar as duas variantes no ensino seria no fato de expor a diversidade de formas que a língua pode admitir e fazer com que o aluno esteja preparado para compreender e se comunicar de acordo com o espaço e as pessoas com quem vai conversar, falar, escrever, etc.

Textos autênticos

  Com a proposta de aprendizagem voltada a priorizar as competências leitoras e escritoras pretende-se promover experiências nas quais os alunos aprendam gradativamente a lidar com textos, mesmo sem saber todas as palavras neles presentes. Ao trabalhar com os textos autênticos, os gêneros orais e escritos, os alunos conhecerão as estruturas por meio das quais essas práticas se concretizam.
O objetivo é fazer com que os alunos se familiarizem com a língua inglesa contextualizada e situada histórica, cultural e socialmente. No trabalho com as séries iniciais há ênfase na compreensão e na aproximação lexical, não há muito foco na análise da estrutura dos gêneros. 

  Portanto, podemos observar que o contato do aluno com a língua, nessa prática, é mais próximo a fim de que os alunos comecem a ler e a compreender textos em inglês.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Método x abordagem

Todos nós, que já fomos alunos, temos em mente algum professor e seu "método" de nos ensinar, a forma como lembramos nos influencia também como professores. 
Assim como vimos nas ideias dos autores, sobre metodologia, notamos que a primeira forma de ensinar levando em conta o método seria aquele professor que tem uma abordagem (conteúdo, o que seria a língua e o ensino da língua) prepara uma aula e a põe em prática sem se preocupara com o contexto de materiais, objetivos, pois o objetivo é a "aula pela aula". Outros autores defendem uma forma mais significativa de ensinar, é preciso levar em conta aspectos de motivação, a variedade de materiais e estratégias de ensino de uma língua, aspectos estes que envolvem a participação dos alunos não como meros espectadores, mas interagindo com os colegas e com o professor. É necessário conhecer os alunos e instigar novas estratégias, para que o aluno se expresse sem medo de arriscar.
Abordagem seria um sentido mais amplo do modo como ensinar uma língua, vimos que antes este conceito era analisado separadamente como o fundamento do que ensinar na língua, como se diferenciassem as áreas linguísticas do método, oferecendo apenas uma forma de ensinar diferente de outra, um professor trabalharia, neste contexto, diferente dos outros, porém, atualmente, temos o conceito de abordagem envolvida com as questões do método, ou seja, as situações de ensino da língua devem abrir um amplo leque de fatores que em conjunto fazem parte da aprendizagem, não apenas separando o que ensinar? Método? Resultado? Mas sim, o que ensinar interagindo com os recursos humanos e materiais para que professor e aluno possam se desenvolver nas questões comunicativas e de vida social. 
Em "Methods-post-method", o autor define o livro didático (no caso o cadernos do aluno e do professor), como meio e a mensagem, aborda também a questão de que os professores não podem dizer que não seguem um método se devem seguir um livro didático. Nessa perspectiva, podemos ver o professor como um utilizador de meios para estimular os alunos e abordar os cadernos para que com o uso dos elementos: a natureza da linguagem; a natureza da aprendizagem de segunda língua; metas e objetivos no ensino; o tipo de programa a utilizar; o papel dos professores, alunos, materiais didáticos; as atividades, técnicas e procedimentos para usar possam ser didáticos e facilitadores ao mesmo tempo.

Linguagem - desafios

Desenvolvimento da linguagem
O homem conhece o mundo através da linguagem. Esta capacidade humana de atribuir sentido a códigos estabelecidos por objetos de conhecimento, transformando a linguagem em meio que é construído e modificado ao longo do tempo, assim como a própria linguagem, esta capacidade é a matéria prima para a área de Linguagens, códigos e suas Tecnologias. Para tanto são considerados princípios fundamentais do trabalho com a linguagem: 
  • Domínio das linguagens: linguística, musical, corporal, gestual, o sentido das imagens, espaço e das formas... 
  • Participação discente: as diversas interações como aluno com os colegas, com o professor e as concepções de mundo, o aluno deverá ser protagonista. 
  • Processo de criação e recepção: no ensino das diversas linguagens as informações devem levar ao processo de produção à estética e crítica, o mesmo aluno que observa o processo de criação é o aluno que faz e que produz novos elementos da linguagem. 
  • Contextualização do conhecimento: de forma sincrônica, que nos leva a responder as questões de quando foi construída aquela linguagem? De que forma era a sociedade daquela época? De forma diacrônica, na qual podemos ver quais foram as modificações que aquela ideia de linguagem foi sofrendo ao longo do tempo, como ela foi analisada e vista por outros autores, entre outras questões. E a forma interativa, no caso, os observadores são convidados a interpretar na época atual, como o objeto de linguagem é visto, como se apresenta e ainda que relação tenha o objeto com a sociedade atual, com as pessoas no “mundo de hoje”. 
  • Intertextualidade: nesse princípio podemos ver a relação entre outro objeto com o objeto cultural em questão na situação de aprendizagem, questões como quem se inspirou no objeto? Com que outra forma de linguagem o objeto “conversa” e mantém uma identidade semelhante? 
  • Integração à cultura: Objetivo principal dos princípios do trabalho com a linguagem é que os alunos participem das aulas de forma a conhecer e absorver a cultura atual e história, integrando sua realidade com a realidade das aulas. 
O aluno, neste contexto tem o papel de participante ativo das situações de aprendizagem propostas pelo currículo, bem como responsável pela interação com os colegas e com o professor. Espera-se que ele demonstre vontade de aprender e atue no processo de criação e recepção do conhecimento da nova língua, além de vivenciar os projetos expressando sua criatividade ao realizar as atividades da disciplina.
Nessa perspectiva, quem aprende deverá ser sujeito e aprendiz, sujeito no sentido de absorver o que é ensinado e modificar o conhecimento de mundo que já existia, acumulando saberes na construção da identidade e consciência de cidadania em seu papel social ao longo da vida.
No aprendizado de uma nova língua, o sujeito construtor do próprio conhecimento verá uma nova cultura e nova realidade transformada em conhecimento de si mesmo e do mundo em que vive.
O desafio maior de nossa ação pedagógica é de auxiliar o aluno a desenvolver a linguagem, de modo que seja capaz de falar adequadamente, compor suas opiniões e saber expressá-las em momentos de interação com os colegas, professores e ainda na sociedade em geral. 
É importante reconhecer o ensino de Língua Portuguesa como base para a compreensão e produção das diversas áreas de ensino e aprendizagem. 
Ao atribuir sentido aos códigos, através da leitura, por exemplo, o aluno é convidado a interagir e criar as próprias ideias de acordo com sua vivência social seja na oralidade ou na escrita que é base para qualquer tipo de conhecimento, pois se o aluno escreve bem, contextualizando o próprio conhecimento, é capaz de transformar a realidade de sua vida e dos que interagem com ele. 

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