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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Empreendedorismo em Unidades de Educação

Empreendedorismo em Organizações públicas


O Empreendedorismo relaciona-se com criar algo novo, transformar ideias inovadoras em ações através das quais se produzem resultados sejam materiais (lucro) ou imateriais (satisfação, atendimento de necessidades).
“Assim, o empreendedorismo relaciona-se à criação de algo (ideia, produto, serviço, processo), que caracteriza uma novidade ou inovação no ambiente (diferente do que já existe), de modo organizado (planejado, controlado, administrado), com o objetivo de gerar riqueza (resultado), assumindo-se os riscos dessa criação (avaliando as dificuldades e possíveis problemas ou desafios a serem enfrentados) ”.
Pode-se observar que a motivação para esta atitude de empreender vem de uma ação por necessidade ou oportunidade. A primeira ocorre quando há falta de trabalho, por exemplo e a pessoa tem a necessidade de criar um novo trabalho para seu sustento. A segunda, é a do profissional que mesmo empregado ou não observa a chance de criar o empreendimento, assumindo os riscos de fracasso e a vontade de obter ganhos (ser o próprio patrão, ter liberdade de sair da rotina, criar oportunidade de satisfação tanto no âmbito pessoal quanto à sociedade).
Durante a infância, pode-se focar principalmente na educação financeira e nos princípios de independência, inovação, capacidade iniciativa e criativa, facilitando à criança focar nas próprias oportunidades, no potencial do envolvimento em questões como construção do projeto de vida da criança, pautado nos sonhos dela com perseverança.
A juventude vem cada vez mais participando dessa área e lançando produtos novos e criativos. Como é de característica da juventude as ideias e ideais, além disso, o jovem não tem medo de empreender, pois tem acesso às diversas informações necessárias para buscar o pioneirismo e acreditar nas chances de sucesso no mercado.
Os idosos, no que diz respeito a aposentadoria tem mudado o foco ao longo dos anos e na prática resolvem abrir um negócio, montar roteiros de viagem e retornar ao antigo emprego em jornadas reduzidas abertas a novas possibilidades.
O empreendedorismo é instrumento econômico de desenvolvimento da sociedade, pois aumenta a renda do cidadão, contribui para a produtividade e disponibilização de tecnologias, produtos e serviços.
Estas ações nas organizações públicas transformam o poder em favor do cidadão e seus direitos. Atualmente, há uma crescente preocupação em fiscalizar os bens e as atividades realizadas pelo poder público. Porém, ainda se tem um investimento muito aquém nas diversas áreas públicas e é necessário que se faça um bom uso dos recursos escassos. Portanto, o desafio é inovar e utilizar bem os recursos que vem da sociedade contribuinte.

A criação de projetos ou empreendimentos em organizações públicas


Pode-se haver remuneração ou não neste tipo de empreendimento, mas a motivação frequente ao empreender nestes setores geralmente é de que haja um reconhecimento social e satisfação pessoal, considerando-se assim, uma missão de criar e inovar com qualidade.

Desafios do intraempreendedor

Consideram-se empreendedores os que criam novos empreendimentos e os que inovam dentro de organizações e negócios que já existem, este último chamado de intraempreendedor. Para este servidor que esteja empenhado em desenvolver projetos inovadores dentro das organizações há vários desafios.
Segundo o Livro da disciplina, pode-se considerar como desafio maior é que não basta querer é preciso poder! Pois, as organizações públicas - até mesmo as instituições privadas, são permeadas por leis, normas, resoluções e regras que muitas vezes limitam as ações e delimitam os termos de mudanças, o que impede o processo criativo do intraempreendedor. Portanto, deve-se encontrar oportunidades dentro destas margens e saber relacionar-se com os profissionais habilitados, a fim de convencê-los, de maneira persistente, que é realmente necessário o tipo de mudança proposta e flexibilizar estas possíveis normas, de forma a influenciar a execução do novo empreendimento e ter seus projetos aceitos e executados;
Ainda podemos considerar mais alguns desafios:
Ø Administração dos recursos: para fazer mais com menos, utilizar bem, pois os recursos advêm da população através dos impostos;
Ø Gestão eficiente: a fim de determinar e alcançar as metas e gerar os resultados externos esperados, de modo a satisfazer as expectativas da sociedade (público-alvo).
Ø Análise crítica de chefias e órgãos especializados aos devidos projetos: que avaliem a viabilidade técnica, financeira e social antes de autorizá-los, pois deve-se ter em mente a possibilidade do fracasso, embora os esforços devem ser feitos para levar o novo empreendimento ao sucesso. Nesse sentido, aprender com os erros e evitar fracassos maiores muitos projetos são interrompidos para que não acarretem em maiores perdas dos recursos públicos;
Ø Existência de um ambiente amigável à inovação e à mudança, propício ao intraempreendedorismo;
Ø O interesse deve ser público e coletivo, sobrepondo aos interesses individuais;
Ø Aprender sempre mais: de maneira sistêmica, que abranja todos os setores da empresa;
Ø Manter o espírito crítico, questionador e impulsionador de mudanças e quebras de paradigmas;
Ø Formalizar a ideia em projeto escrito e elaborado através de dados e informações relevantes, objetivos delineados e resultados esperados;

Características do servidor público intraempreendedor:


Há alguns aspectos relevantes para caracterizar o servidor que se propõe a desenvolver a inovação nas organizações, mesmo sem podermos dizer que há um perfil claro que identifiquem com exatidão este profissional, pode-se compor um conjunto de algumas habilidades essenciais dentre as capacidades que devem possuir, sobretudo destacam-se:
Ø Buscar a inovação e melhorias dos processos organizacionais;
Ø Conhecer bem sobre o negócio ou setor, identificando possíveis riscos;
Ø Pensar constantemente em criar produtos, serviços e projetos para atender melhor às necessidades dos cidadãos;
Ø Desenvolver competências necessárias para elaboração profissional de projetos;
Ø Atuar em equipe com comprometimento e treinamento adequado, observando e usufruindo das competências de cada membro, atribuindo metas e tarefas de acordo com o perfil.
Ø Desenvolver a capacidade de negociação, aprender a planejar e conduzir o processo pois, podem ocorrer mudanças de chefia e cargos de comando que autorizem ou não a continuidade de projetos já iniciados;
Os processos de intraempreendedorismo contribuem com a motivação do servidor, pois o intraempreendedor desenvolve habilidades questionadoras, propostas de mudanças e inovação das organizações;

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Criatividade na Educação

Bom dia a todos!

A disciplina da pós-graduação que estou desenvolvendo solicitou que indicássemos um vídeo para relacionar com a criatividade na educação. Separei três vídeos para conferirmos:

Primeiramente, uma professora cria um vídeo no youtube sobre as novas ferramentas em favor do professor, e desenvolve, dessa forma, a metalinguagem (o vídeo produzido em um editor de vídeo) e traz uma bela mensagem a todos os outros profissionais do ensino 


No segundo vídeo, temos o grande pensador Rubem Alves, no qual ele diz que o objetivo do professor não é ensinar coisas... é criar a alegria de pensar, provocar a curiosidade para ensinar o aluno a pensar e a construir seu conhecimento. 



E, por fim, o vídeo “Aprender a aprender”, é necessário incutir no professor as ideias, pois capacidade todos tem de fazer diferente e principalmente, “fazer a diferença” na vida do aluno, a habilidade demonstrada no vídeo é muito emocionante! Fecha com “chave de ouro”. Belo vídeo!



Portanto, pode-se dizer que a criatividade, do latim creare significa fazer e do grego krainen significa realizar, é uma atividade em que o indivíduo utiliza-se de diversos meios através dos quais envolvem os outros indivíduos e trabalham as funções tanto cognitivas quanto emocionais para motivarem alguém a criar também. E nessa "ciranda criativa" alguns fatores giram em torno dos sentidos, relacionando-se entre si, neste contexto: Inteligência, estilos intelectuais, conhecimento, personalidade, motivação e contexto ambiental.


Estimular a inteligência e a originalidade 


Já conhecemos através da história, tantos nomes de inventores, que através dos erros e após muitas tentativas desastradas alcançaram o sucesso em seus inventos. Veja aqui e aqui. 
O professor criativo estimula as novas tentativas e as possibilidades de escolha e soluções de problemas reais. Envolver o prazer nas atividades em sala de aula é fundamental. 
Dizem que através do bom humor, um palestrante pode prender a atenção da plateia e conquistar a confiança da mesma durante todos os próximos momentos da audição. Daí a importância de pesquisar novos vídeos e conteúdos que chamem a atenção da turma. O clima da sala de aula envolve a postura do professor e dos interlocutores, neste processo de aprendizagem, no qual, deve haver a desenvoltura das estratégias para as atitudes criativas:
  • Solução de problemas 
  • ter experiências próprias; 
  • Ensinar a pensar - fazer perguntas desafiadoras e investigar; 
  • Seminários de vivência e jogos - analogia, invenção, fantasia; 
  • a Arte como meio de criar;
  • Modificações no currículo - abrir horizontes; 
  • Liberdade de ação - que levem a espaços desconhecidos; 
  • Motivação - comunicar e decidir: “serão mais criativas se tiverem liberdade para decidir como escalar determinada montanha, mas você não precisa deixá-las escolher a montanha a ser escalada”Amabile (1999)

Tudo isto nos traz a impressão de que para obter um ambiente criativo de aprendizagem é necessário coragem para tomar iniciativas, arriscar e aceitar desafios, confiar em si e estimular a curiosidade.
Nisto, pode-se inserir as questões a respeito das novas tecnologias, metodologias inovadoras aplicadas tanto nas salas de aula, quanto fora delas. Os métodos audiovisuais, filmes, músicas, trabalhos de exposição, já podem ser armazenados e disponibilizados em diversos ambientes na internet. O compartilhamento tem novo significado nos nossos dias, as pessoas podem vivenciar a criatividade através dos diversos mecanismos que nos proporciona.
Para finalizar, saliento conforme as palavras do autor do artigo estudado:
Ressalta-se, como salientado por Osho (1999), que o mundo atual requer pessoas dotadas de três Cs: consciência, compaixão e criatividade. Para o autor, consciência quer dizer existência; compaixão signifi ca ter sentimentos e criatividade é igual à ação. “Na ação, há toda espécie de criatividade – música, poesia, pintura, escultura, arquitetura, ciência, tecnologia. No sentimento, tudo é estético – amor, beleza. E existir é meditar, ter conhecimento, interesse, consciência.” (p. 15). Ainda, para o autor, aquele que pretende ser criativo, e no nosso caso, o professor, “não pode seguir o mesmo caminho dos outros, uma senda excessivamente trilhada e batida.”
O professor deve estar atento e chamar a atenção para o conhecimento e para isso a criatividade é fundamental. Elabore desafios e jogos simples, mas que sejam originais. Quem não se lembra das grandes perguntas desafiadoras dos professores que passaram em nossas vidas? E dos jogos cheios de novidades que vivenciamos nos ensinos fundamentais passados. Faça a diferença na vida dos alunos! Seja criativo!






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